Gisele Bündchen capa Vogue Itália


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As imagens foram feitas pelas lentes de Steven Meisel para um editorial especial chamado Luxury. Segundo a própria revista, as imagens fazem uma crítica às mulheres fissuradas pela busca de um padrão de beleza a qualquer custo. Por isso, a über aparece como se estivesse em várias sessões de tratamentos estéticos.

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Human Pantone


Humanae é un inventário cromático, um projeto que reflete sobre as cores  além das fronteiras de nossos códigos, usando como referência o sistema de cores PANTONE ®

O desenvolvimento do projeto es realizar uma série de retratos, cujo fundo é tingido no tom exato extraído de uma amostra de 11×11 pixels do próprio rosto das pessoas retratadas. O objetivo final é registrar e catálogar, através de uma medição científica, todos os possíveis tons de pele humana.

Fotos Manipuladas de Sarolta Bán


Sarolta Bán é fotógrafo 29 anos de Budapeste, Hungria. Normalmente Sarolta faz manipulações diferentes com obras a sua arte de várias horas a vários dias usando até 100 camadas diferentes para cada imagem. “Originalmente, eu sou um designer de jóias, mais  eu descobri manipulação de fotos digitais e  tornou a minha paixão e actividade principal. Eu gosto de usar elementos comuns e combinando-as, eu posso dar-lhes várias histórias, personalidades. Espero que os significados das minhas fotos nunca são muito limitadas, estão abertas, de alguma forma, cada espectador pode transformá-los em um aspecto pessoal. ” Divirta-se!

19 de agosto – Dia mundial da Fotografia


Em um mundo completamente imagético como é o nosso hoje, a fotografia está presente em todos os momentos. Seja de câmeras comuns, digitais, de celulares, a imagem se tornou um elemento central nesse mundo midiatizado.

Mas se hoje a fotografia tem esse lugar de destaque, podendo ser alterada, transformada e manipulada, muito se deve aos inventores deste conceito.

Dois franceses merecem destaque nessa descoberta: Joseph Nicéphore Niépce e Jean Jacques Mandé Daguerre. Niépce foi o precursor, unindo elementos da química e da física, criou a héliographie em 1926. Nesse invento ele aliou o princípio da câmara obscura, empregada pelos artistas desde o século XVI, à característica fotossensível dos sais de prata. Após a morte de Niépce, Daguerre aperfeiçoou o invento, rebatizando-o como daguerreótipo.

Por essa época um francês radicado no Brasil, Hércules Florence, desenvolvia também experimentos que levariam ao mesmo resultado. Mas o advento da fotografia foi anunciado ao mundo oficialmente, em Paris, na Academia de Ciências da França, consagrando o Daguerreótipo, em 19 de agosto 1839.

De lá pra cá a fotografia evoluiu muito e foi a grande responsável por apresentar o mundo à humanidade. Mesmo com o surgimento de outras formas de exibição de imagens (cinema, televisão, computador) a fotografia continua sendo a única “capaz de captar a alma humana”. Ou, como diria Henri Cartier-Bresson, um dos maiores fotógrafos de todos os tempos “fotografar é captar o momento decisivo”.

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